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sábado, 2 de abril de 2011

Oficina teórica Portfólio de artista Itaú Cultural Rumos Artes Visuais



Oficina teórica

Tema: Portfólio de artista

Palestrante: Janaína Melo

Data: 6 de abril de 2011, quarta-feira, de 9h às 12h

Local: Usina Cultural Energisa (Rua Juarez Távora, 243, Torre, João Pessoa-PB, fone 3221.5346 ou 3221.6343)

Público-alvo: novos artistas, interessados nas artes visuais, professores de arte, educadores etc.

Inscrições: de 30 de março a 5 de abril (pela internet)

Vagas limitadas: 50 participantes

Observação: os interessados devem enviar nome completo e telefone de contato, solicitando inscrição na Oficina, aos endereços eletrônicos: usina@energisa.com.br


A oficina

De março a maio de 2011 o programa do Itaú Cultural Rumos Artes Visuais 2011/2013 organiza a oficina teórica Portfólio de artista. Com duração de 3 horas a oficina é constituída por um conjunto articulado de ações em 14 cidades do Brasil voltado principalmente para a promoção, discussão e formação ampliada acerca da experiência artística contemporânea. Seu objetivo maior é contribuir na organização, sistematização e apresentação de trabalhos de arte assim como promover uma reflexão acerca do que seja um portfólio e suas diferentes formas de elaboração.

Em João Pessoa, a oficina Portfólio de artista – que ocorrerá numa parceria com a Usina Cultural Energisa – visa alcançar tal meta oferecendo exemplos e análise em grupo de portfólios e plataformas distintas de apresentação do trabalho de arte existentes na cena contemporânea. Pretende também conduzir por meio de discussões com os participantes, questões concernentes a escrita de artista. Se, por um lado, há o propósito de muitas vezes informar os participantes, na medida do possível deseja-se igualmente que tais reflexões possam ser desencadeadoras de discussões sobre o momento atual que levem ao aprofundamento das reflexões acerca dos contextos específicos da cena contemporânea a partir de cada lugar.


A ministrante

Janaina Melo é historiadora com atuação na área crítica de arte, curadoria, pesquisa e ensino de história da arte. Graduada em História (FAFICH/UFMG) e pós-graduada (Lato Sensus) Pesquisa e ensino em Arte Contemporânea (Escola Guignard, UEMG). Colaboradora da Editora C/Arte na organização de livros da coleção Circuito Atelier. Foi coordenadora do Departamento de Artes Visuais do Museu de Arte da Pampulha, entre 2005 e 2007. Assistente curatorial do Programa Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural (2008-2009). Atualmente é Coordenadora de Arte e Educação do Instituto Cultural Inhotim, Brumadinho (MG), professora de Crítica de Arte da Escola Guignard UEMG e curadora do Programa de residência artística JA CA e do Projeto Atelier Aberto – Escola Guignard UEMG. Possui textos publicados nos livros Através: Inhotim Centro de Arte Contemporânea. [PEDROSA, Adriano, MOURA, Rodrigo (org.)]. Belo Horizonte: Instituto Cultural Inhotim, 2008 e Projeto Bolsa Pampulha – Edição 2005-2006. Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte, 2008. Vive e trabalha em Belo Horizonte.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Mike Jackson, arte naif

Arte Naïf é arte ingênua, espontânea, de criatividade autêntica e repleta de simbologia. É o estilo que pertence a pintura de artistas sem formação sistemática, um tipo de expressão que não se enquadra nos moldes acadêmicos.

Mike Jackson
Nascido em 1962 em uma família de classe trabalhadora de Manchester, Mike Jackson cresceu em um ambiente familiar cercado de bons valores. Saiu da escola com poucas qualificações, mas com um grande amor à arte. Foi açougueiro. Depois de uma carreira diversificada finalmente perseguiu o caminho artístico e se tornou um artista gráfico. Enquanto isso desenvolvia suas habilidades de ilustração e aprendeu a lidar com diferentes formatos de mídia até que se sentiu que era bom o suficiente para vender algumas de suas pinturas. Pelos anos que se seguiram Mike Jackson concentrou-se em aperfeiçoar suas habilidades com aquarela e sentiu que era esse o seu caminho. Foi um artista bem sucedido por vários anos até que foi convencido por um amigo de Somerset a tentar um trabalho com acrílico. Foi isso que ele fez, e para sua surpresa, adorou esse trabalho. Ele não teve treinamento formal então teve que aprender com seus próprios erros.